quarta-feira, 3 de março de 2010

As perguntas que já ninguém faz… ou: Porque diabo isto nos está sempre a acontecer?

(Foto original, de José Relvas na proclamação da República em 5 de Outubro de 1910)


A trama persecutória contra o Estado de Direito Democrático, alegadamente desenvolvida pela teia montada pelo partido político, sucessivamente apegado ao poder, e no intuito de nele se perpetuar, não será, para nós portugueses, situação ímpar ao longo das últimas décadas, onde "o polvo" tem lançado os seus tentáculos, de cada vez mais fortes e profundos no cerne da nossa precariamente protegida e desavisada sociedade.

A julgar pelas denúncias vindas a público, substancialmente difundidas por alguns órgãos da comunicação social, que corajosamente, ultrapassando os entraves postos à sua divulgação, as deram a conhecer de forma concreta e factual, observamos um caso gritante de profundo atropelo às instituições democráticas. Se para tanto, o poder judicial, aparentemente em atitude de conluio com o poder político – quiçá também ele atingido por algum "tentáculo" que lhe tolhe os movimentos e o impede de prosseguir com firmeza os desígnios que justificam a sua própria existência -, se atrever a julgar os factos precisos e verbalmente documentados, podemos, então, respirar de alívio, por a justiça de um normal Estado de Direito Democrático, se impor perante o gigantesco cefalópode, que teima em nos subjugar, de modo incólume, há já demasiado tempo.

Apesar de não ser pessimista, tenho de confessar que estou descrente em relação a um bom encaminhamento de todo o processo, de forma a que tudo se esclareça a bem, e se reponha a legalidade. No próprio acto de implantação da República, documentado pela fotografia da época que acima exponho, onde se poderá verificar o "enorme entusiasmo" (?) demonstrado na "grande afluência" (?) da população lisboeta, cabalmente documentada pela aparição casual de meia dúzia de transeuntes completamente alheios ao acto, se poderá avaliar o quanto foi (e continua a ser) desejado este regime político, que nos encerra nesta demagógica "fraternidade, liberdade e igualdade", que de forma trágico-cómica, que para nosso próprio mal, vêm proclamando de modo insistente.

Naquele tempo, tal como hoje, deturpando a realidade através da instrumentalização contínua dos meios de comunicação social, influíram decisivamente na opinião pública portuguesa, condicionando a opção de escolha e o voto nos vários actos eleitorais que se foram seguindo ao longo dos anos.

Posto isto, a questão a colocar com toda a probidade, uma vez provados os ilícitos acima apontados, deverá ser sobre a legitimidade de actos eleitorais, estando na circunstância os eleitores sujeitos a uma gigantesca operação de marketing, apoiado por campanhas intoxicantes, emanadas de alguma comunicação social ao serviço de forças político-partidárias específicas. Creio não restarem dúvidas sobre a ilegitimidade dos resultados de tais sufrágios.

Uma outra questão a colocar, para mim bastante pertinente, será: porque razão temos mantido, desde há um século, um regime político – implantado no momento registado na foto que inicia este pequeno artigo -, que propicia o aparecimento de tão funestas situações, que descredibilizam o Estado, destratam as populações e empobrecem sobremaneira o erário público.

Se não tivermos a coragem de avançar com uma mudança profunda de regime e não cortarmos os tentáculos que nos mantêm reféns de tais situações anómalas, continuaremos, de forma incessante, a colocar questões que nunca terão resposta minimamente satisfatória.

Bem-haja

Luiz Andrino

(Fonte: LuizAndrino Blog)

VISITA A VILA VIÇOSA - 20 DE MARÇO DE 2010, SÁBADO

(Fonte: Real Associação de Lisboa)

terça-feira, 2 de março de 2010

PARABÉNS, FELIZ ANIVERSÁRIO PRINCESA!!!


Sua Alteza, a Infanta D. Maria Francisca de Bragança celebra hoje o seu 13º aniversário. A Real Associação da Beira Litoral deseja à Infanta de Portugal que passe um dia muito feliz na companhia dos que mais ama. E faz sinceros votos de muita Felicidade, Alegria, Paz, Amor e Saúde.

MUITOS PARABÉNS E QUE DEUS A ABENÇÕE E GUARDE!

S..A., Dona Maria Francisca Isabel Micaela Gabriela Rafaela Paula de Herédia de Bragança é a segunda filha de SS.AA.RR., Dom Duarte Pio, Duque de Bragança e de Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança. Nasceu em Lisboa a 3 de Março de 1997 e foi Baptizada em Vila Viçosa a 31 de Maio de 1997.

VIVA A INFANTA DE PORTUGAL!

APRESENTAÇÃO DE RODRIGO MOITA DE DEUS - 1ª PARTE

































































































































ÉTICA REPUBLICANA? Por António Bagão Félix (*)

  (presos utilizados nas experiências antropométricas pelos republicanos)

Ética republicana. Como se a palavra ética não valesse por si. Como se o adjectivo a valorizasse ou a aumentasse. Como se o mesmo atributo lhe desse um estatuto de uma qualquer superioridade.

Agora que se comemoram os 100 anos da República a propalada ética republicana promete voltar em catadupa. Como já tivemos três Repúblicas, o que quer dizer essa adjectivação da ética? É que já houve de tudo no plano ético e político. Uma coisa e o seu contrário. De positivo e de negativo. De construtivo e de destrutivo. De seguidismo e de persecutório. De direitos e de míngua deles. De verdade e de mentira. De carácter e da sua falta. De serviço probo e de aproveitamento criminoso.

A verdadeira ética não é apropriável. Existe por si ou não existe. Bem sei que somos todos cidadãos e não súbditos. Logo, portadores de direitos e de obrigações. Mas antes e acima do cidadão há sempre a pessoa. Com inteligência, vontade, percepção e consciência. Pessoa e cidadão são indissociáveis na razão ontológica e teleológica da nossa individualidade. Quando se fragmentam, a ética dissolve-se.

Diz-se que a ética republicana consiste sobretudo em cumprir escrupulosamente a lei. Já o fariseu era um absoluto legalista. Acontece que o conjunto das normas jurídicas e o conjunto das normas éticas jamais coincide. Há matérias reguladas pela lei que não exprimem qualquer juízo ético, como há muitas regras de conduta ética que não estão juridicamente plasmadas. A ética não se estrutura na dicotomia legal / ilegal, mas radica na consciência. O conjunto do que é moralmente aceitável (o legítimo) é mais restrito do que é juridicamente aceitável (o legal). Nem tudo o que a lei permite se nos deve impor, e há coisas que a lei não impõe mas que se nos podem e devem impor. A pessoa tem mais deveres éticos do que o cidadão. A consciência de uma pessoa honesta é mais exigente do que o produto de um legislador. A lei é o limite inferior da ética.

Nenhuma lei proíbe em absoluto a mentira, a desonestidade, a deslealdade, a malvadez, o ódio, o desprezo, a vilanagem… Como nenhuma lei só por si assegura a decência, a verdade, a amizade, a generosidade… Na ética pura não há lugar para a falaciosa “terceira categoria ética” dos actos indiferentes entre os bons e os maus.

Olhemos para a crise global que se instalou no mundo. Há muitas explicações técnicas mas, no fim, chegamos sempre à escassez ética onde a fronteira entre o bem e o mal se erodiu fortemente. Olhemos para o que se passa na governação do nosso país, onde a verdade definha, a autenticidade escasseia, o exemplo desaparece. Onde é conveniente separar a pessoa da função e a função da pessoa, como se o carácter fosse divisível. Onde há faces ocultas de quem nada deveria ter a ocultar. Onde assuntos públicos se disfarçam de privados e os juízos éticos não vão além de um qualquer sistema sancionatório ou penalista. Tristes faltas de ética. Chamem-lhe republicana ou não.

António Bagão Félix, Diário Económico, 15 de Fevereiro de 2010
(Fonte: Blogue Centenário da República)

(*) António José de Castro Bagão Félix (n. Ílhavo, 9 de Abril de 1948), economista e político português.

É licenciado em Finanças, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (1970), e diplomado em Gestão pelo INSEAD], em Fontainebleau (1995). Foi director financeiro da Companhia de Seguros A Mundial (1973-1976), membro do Conselho de Gestão da Companhia de Seguros de Crédito (1976-1979), membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Seguros (1979-1980), administrador do Banco de Comércio e Indústria (1985-1987), administrador (1992-1993) e vice-governador (1993-1994) do Banco de Portugal, director-geral do Banco Comercial Português (1994-2002).

Além disso desempenhou funções em diversas instituições públicas, de cariz cívico e social, como presidente do Conselho Fiscal do Banco Alimentar Contra a Fome (1997-2002), consultor da Conferência Episcopal Portuguesa para os Assuntos Sociais e Éticos e membro da Direcção da SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social), desde 2001.

No ensino foi Assistente do ISCEF (1972-1973), do ISCTE (1975-1976) e Professor Auxiliar Convidado da Universidade Internacional (Lisboa) (1986-1994) e da Universidade Lusíada de Lisboa (desde 2006).

Na política militou no Partido Social Democrata e no Partido Popular, tendo sido, mais que uma vez, chamado a funções governativas. Foi Secretário de Estado da Segurança Social dos VI, VII e VIII Governos, Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional do XI Governo, Ministro da Segurança Social e do Trabalho no XV Governo e Ministro das Finanças e da Administração Pública no XVI Governo. Foi também, entre 1983 e 1985, deputado à Assembleia da República, eleito pelo Círculo de Aveiro, deputado à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e membro da sua Comissão de Assuntos Sociais e Saúde, nos mesmos anos.

É autor de diversos livros e integrou o Conselho Editorial das revistas Nova Cidadania, Trabalho e Sociedade, Hífen e Revista de Saúde Pública; foi colunista em vários periódicos, como o Expresso, o Diário Económico, o Público, o Semanário ou A Bola; participa no programa de rádio Conselho Superior, na Antena1.

(Fonte: Wikipedia)

O QUE SIGNIFICA SER MONÁRQUICO HOJE, CEM ANOS DEPOIS DO OCULTAMENTO DO REINO DE PORTVGAL? (PARTE III)


Servir a Restauração do Reino de PORTVGAL e o Legítimo Monarca de todos os Portugueses, o Senhor Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança, Príncipe Real de Portugal, e Sua Sereníssima Casa Real. Colaborar com Seus lídimos representantes, nomeados, cooptados ou colegialmente eleitos e não servir qualquer agenda pessoal, ideológica ou partidária nem discutir formas de governo nem ideologias oligárquicas ou partidocráticas no seio da CAVSA REAL.

Não criticar em público as Pessoas e a Acção do Príncipe e do Presidente da Causa. Somos livres e o Nosso Rei é livre. Tanto o Príncipe Real de Portugal como o Presidente da Causa Real são livres e humanos. Erram, como todos nós. Todos os dias, como todos nós. E todos os dias dão o Seu melhor por PORTVGAL.

Quem achar que deve criticar, que o faça construtivamente (i.e. com alternativas plausíveis e realistas) pelas vias adequadas, junto dos órgãos das Reais Associações e da CAVSA REAL ou no Congresso Monárquico (da Causa Real). Ou cale-se e trabalhe em prol do Reino e da Restauração em concerto com o Príncipe Real de Portugal e seus legítimos e nomeados representantes.

Basta de dissensão, dissidência e sedição. Foi o que nos liquidou no passado e é o que nos liquida no presente.

Não aceitar pacificamente o pavilhão bicolor de 1830 (azul pálido e branco): esse pavilhão representa a catastrófica divisão do Reino e da Nação que anquilosou a Monarquia do século XIX. Só uma Bandeira Nacional na qual as Nossas Armas Reais assentem sobre um Campo Branco (sendo o branco a soma de todas as cores) pode representar de forma impoluta a Unidade Nacional e a Tradição dos Senhores Reis que fizeram e mantiveram PORTVGAL.

Não há Portugal azul e branco nem Portugal verde-rubro. PORTVGAL não tem cor nem partido nem ideologia.

PORTVGAL não é “este país” clivado e partido. Ser Português não é ser deste país inerte, exangue, sem rumo, sem alma, sem vontade, sem bandeira e sem Rei.

Bandeira Nacional de PORTVGAL RESTAVRADOSó a alva Bandeira ancestral do Reino — a qual não é de nenhuma cor, partido, tendência ou facção — permitirá relegar definitivamente para o esquecimento as fracturas ideológicas terríveis que serviram de suporte aos crimes, guerras, abusos, pilhagens, execuções, violências de toda a sorte contra instituições, famílias e indivíduos, anarquia, atraso e empobrecimento que Nosso País e o Nosso Povo sofreram no século XIX.

Se a bandeira verde-rubra do republicanismo representa de forma clara (berrante e inestética) a desgraça da destruição do Reino, é preciso ter a coragem política e patriótica de se reconhecer que a bandeira bicolor de 1830 representa e perpetua simbolicamente a divisão fratricida dos Portugueses e dos Monárquicos, divisão que nos conduziu directamente aos caos republicanista, à guerra, à ditadura, à deriva e ao pântano.

Viva o Rei!

Por António Emiliano no Facebook

O QUE SIGNIFICA SER MONÁRQUICO HOJE, CEM ANOS DEPOIS DO OCULTAMENTO DO REINO DE PORTVGAL? (PARTE III)

Servir a Restauração do Reino de PORTVGAL e o Legítimo Monarca de todos os Portugueses, o Senhor Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança, Príncipe Real de Portugal, e Sua Sereníssima Casa Real. Colaborar com Seus lídimos representantes, nomeados, cooptados ou colegialmente eleitos e não servir qualquer agenda pessoal, ideológica ou partidária nem discutir formas de governo nem ideologias oligárquicas ou partidocráticas no seio da CAVSA REAL.


Não criticar em público as Pessoas e a Acção do Príncipe e do Presidente da Causa. Somos livres e o Nosso Rei é livre. Tanto o Príncipe Real de Portugal como o Presidente da Causa Real são livres e humanos. Erram, como todos nós. Todos os dias, como todos nós. E todos os dias dão o Seu melhor por PORTVGAL.

Quem achar que deve criticar, que o faça construtivamente (i.e. com alternativas plausíveis e realistas) pelas vias adequadas, junto dos órgãos das Reais Associações e da CAVSA REAL ou no Congresso Monárquico (da Causa Real). Ou cale-se e trabalhe em prol do Reino e da Restauração em concerto com o Príncipe Real de Portugal e seus legítimos e nomeados representantes.

Basta de dissensão, dissidência e sedição. Foi o que nos liquidou no passado e é o que nos liquida no presente.

Não aceitar pacificamente o pavilhão bicolor de 1830 (azul pálido e branco): esse pavilhão representa a catastrófica divisão do Reino e da Nação que anquilosou a Monarquia do século XIX. Só uma Bandeira Nacional na qual as Nossas Armas Reais assentem sobre um Campo Branco (sendo o branco a soma de todas as cores) pode representar de forma impoluta a Unidade Nacional e a Tradição dos Senhores Reis que fizeram e mantiveram PORTVGAL.

Não há Portugal azul e branco nem Portugal verde-rubro. PORTVGAL não tem cor nem partido nem ideologia.

PORTVGAL não é “este país” clivado e partido. Ser Português não é ser deste país inerte, exangue, sem rumo, sem alma, sem vontade, sem bandeira e sem Rei.

Bandeira Nacional de PORTVGAL RESTAVRADOSó a alva Bandeira ancestral do Reino — a qual não é de nenhuma cor, partido, tendência ou facção — permitirá relegar definitivamente para o esquecimento as fracturas ideológicas terríveis que serviram de suporte aos crimes, guerras, abusos, pilhagens, execuções, violências de toda a sorte contra instituições, famílias e indivíduos, anarquia, atraso e empobrecimento que Nosso País e o Nosso Povo sofreram no século XIX.

Se a bandeira verde-rubra do republicanismo representa de forma clara (berrante e inestética) a desgraça da destruição do Reino, é preciso ter a coragem política e patriótica de se reconhecer que a bandeira bicolor de 1830 representa e perpetua simbolicamente a divisão fratricida dos Portugueses e dos Monárquicos, divisão que nos conduziu directamente aos caos republicanista, à guerra, à ditadura, à deriva e ao pântano.

Viva o Rei!
 
Por António Emiliano em Facebook